domingo, 25 de julho de 2010

Atualizações

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ND de cara nova, hihi. O que acharam? :)
Faz tempo que não posto porque praticamente não durmo. E sonhar acordada não é comigo haheuheau
Tive alguns sonhos que lembro mais ou menos:

Eu dirigia um carro vermelho e depois de uma birra em casa, eu fui até a casa do meu ex buscar as minhas coisas. Encontrei a avó e a irmã dele, conversamos e eu fui embora. 

Os mais atuais: 
A primeira parte do sonho foi estranha, estava eu na casa de um cara e então ele se sentou na poltrona e começou a reclamar do vizinho da frente que o perseguia. Disse pra ele chamar a policia, mas ele não queria se incomodar. Ele era meu marido e tinhamos filhos. Um casal. O Alex e a menina eu realmente não lembro o nome - era a caçula.
Então o meu "marido" começou a ignorar esse vizinho inconveniente. Não demorou muito, ele surtou - o vizinho. 
Eu peguei as crianças e fui embora enquanto dava tempo. Depois de muito "pega-pega", o vizinho matou meu marido.


A cena muda: eu estava no meu ex-colégio (é, troquei de colégio nesse meio-tempo que fiquei sem postar) e na minha sala de aula haviam apenas eu e quatro meninos. Isso porque o professor saiu nãoseiporquê e todos aproveitaram pra fugir, é. Nisso eles roubaram meu lanche - feito pelo meu suposto marido do sonho anterior que agora era meu pai - que eram cinco marshmallows *-* e tinha a G., uma menina que foi minha colega na quarta série, sempre que a coisa ficava feia, ela sumia pela mesma janela do meio do corredor e me deixava sozinha. Em todo o caso, quando pedi que me dessem meus marshmallows de volta, um dos meninos olhou pra mim:
- tá bom, desculpa.
E me entregou um dos marshmallows. Eu agradeci super feliz, até ver onde aquele marshmallow - e os outros - estava: no porta-giz do quadro-negro da sala de aula. Joguei o marshmallow nele e sai, então a N. surgiu do nada, me agarrou pelo braço e disse que já ia tocar o sinal pro recreio. Fomos até o refeitório.

Então, de repente, eu estou no apartamento da praia - vendido há muito tempo - com os meus pais, meu irmão, um garoto que eu não reconheci e meu falecido avô. 

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Cama de Madeira

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Estava saindo de uma prova com um amigo, quando ele parou na primeira sala do corredor. Era a professora de geografia que estava em aula. Perguntou o que queríamos e ele não respondeu, então eu me virei e disse: "a gente só queria ver como estava a situação nessa sala, tchau", peguei-o pela mão e saímos.

Passamos no shopping, porque esse meu amigo queria comprar alguma coisa. Minha mochila - que é azul - era verde e em algum momento eu a deixei no chão. Alguém passou e levou. Encontrei um colega meu e fomos buscando a mochila, enquanto ele me perguntava se havia algo importante ou algo "roubável". Eu só queria a minha mochila de volta, pois era a minha favorita. 

Depois de encontrarmos ela, eu busquei o meu amigo e fomos até um porto onde tudo era de madeira - madeira podre. Entramos numa casinha onde havia apenas uma peça: o quarto, também era de madeira, bem à frente do mar e a cama não era uma cama, mas parecia o que um dia foi um chão: quadrado, de madeira como um assoalho, sem pés nem cabeçalho, apenas um pedaço de madeira quadrada.

Então a casa alagou e a cama funcionou como um barquinho. Minha mochila estava na outra ponta e eu lembro de pedir pro meu colega pegá-la. A mochila era o meu tesouro, não suportava a idéia de vê-la afundar, apesar de a casa estar alagando enquanto corríamos o risco de morrer afogados.


domingo, 23 de maio de 2010

Bar

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Estávamos - eu e minha amiga - indo dar uma volta pela cidade. Dobramos a esquina e passamos por um arco natural de árvores sobrepostas de ambos os lados de uma trilha, até que chegamos num bar. 
Comprei cigarro, isqueiro e guardei na minha mochila. Encontrei minha mãe e deixei minha mochila com ela. Então continuamos andando, até uma esquina, onde havia outro bar. Mas esse era diferente - era maior, possuía grades. O dono tinha um hamster, cinza com manchas pretas e barriga bege. Compramos uma garrafa de 600ml de refri e ficamos batendo papo sobre o hamster. O dono do bar disse que ele havia aparecido ali, que devia estar perdido e nem sabia que era um hamster.

Saímos do bar depois de beber todo o refri. Estávamos morrendo de sede e nos deparamos com várias torneiras finas de PVC numa parede, ao lado do bar - a parede era de tijolos. Haviam alguns para adultos, outros para crianças, para crianças menores e até para cachorros. Não queríamos encher a garrafa de refrigerante com água, pois ficaria com gosto do refri. Então tomamos direto do filtro por um tempo, até que eu decidi encher a garrafinha e fomos embora.



sábado, 22 de maio de 2010

Família

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Eu era um garoto de, aproximadamente, uns dez anos. Usava óculos e dormia com o pai. Ele sempre pedia pra eu fazer as coisas pra ele, enquanto as minhas duas irmãs mais velhas - que tinham 12 e 14 anos - trabalhavam em função dele. Tudo o que ele pedia, era lei. 

Por algum motivo, ele matou a nossa mãe, mulher dele. Foi com uma pá. Convivíamos bem com isso, éramos crianças.
Num dia chuvoso, as minhas duas irmãs chegaram chorando em casa e eu nunca mais as vi. Sabia que ele havia as matado também. 

Não demorou muito tempo pra ele morrer, foi questão de dias. Então a casa começou a dar sinal de estar mal assombrada. Até que um dia eu sai da casa e sentei no pátio, observando. E eu via eles, via os três. As minhas irmãs estavam estacadas aqui por medo dele. Eu disse pra elas seguirem que ficariam bem, ele não poderia ir junto. O nosso pai surtou, afinal era verdade, mas não era o que ele queria. Insisti pra que fossem, até que elas decidiram arriscar e foram.


sexta-feira, 21 de maio de 2010

Aventura

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Não sei onde estava, mas parecia um apartamento muito grande com cômodos muito pequenos. Havia uma amiga comigo e lembro de encontrarmos uma terceira garota. Eu possuía cachos e cabelo comprido e ela era morena e estava com os cabelos úmidos. 
Eu carregava comigo uma foto. Essa terceira menina viu e pegou a foto de mim, começamos a discutir e acabamos brigando feio. Quando ela veio pra cima de mim, eu a derrubei e bati nela com toda a força que eu tinha, nos olhos, na boca, na bochecha. Consegui a foto de volta e ela fugiu. 

Então vi um rato albino fugindo do quarto. Fomos embora.

Eu e a minha amiga tínhamos nãoseioquê pra fazer no colégio e lá, eu encontrei pessoas que eu não gostaria de encontrar, mesmo em sonho. 
Então a menina que apanhou de mim voltou, pediu desculpas e ficamos bem. Até dividimos umas balinhas pra hálito com ela. Depois nos separamos e fomos pro fundo do colégio, haviam algumas lenhas lá. Eu e a minha amiga sentamos no topo, então veio um monte de criancinha se esconder embaixo das madeiras. A minha amiga viu que a vice-diretora se aproximava e apontou onde eles estavam - abaixo de nós. 
Saiu rindo e comentou algo sobre eles terem dedurado ela em algum momento. 

Então o colégio começou a lotar. Era um evento. Na parte aberta interna do colégio estava com sol, mas do outro lado, o lado de fora, estava chovendo e as pessoas não conseguiam nem entrar e nem sair.
Tinha umas abelhas e um gorda que comia as abelhas feito aspirador. Aspirava as abelhas e engolia. Ia quase a colméia inteira.
Mais pra lá tinham as faxineiras, que apenas olhavam. Nos cantos tinham os lixos - montes e montes de sacolas com restos de comida, papel higiênico e derivados.

Minha mãe foi no evento. Lembro de me afastar dela com o meu irmão e então ver uma formiga gigante - do tamanho de um beagle - atrás. Ela corria, a formiga corria e quando avisei meu irmão, nós também corremos. O plano era interceptar a formiga, porque ela não era brava, mas podia arrancar um membro com as presas se ficasse.
Mas ela alcançou a minha mãe primeiro e eu quase surtei porque a formiga era venenosa. Meu irmão bateu o pé perto dela - que estava em cima da nossa mãe, caída no lixo - e ela soltou um chorinho, parecido com o de cachorro filhote. Meu irmão ficou com as duas, enquanto eu fui procurar ligar pra emergência. 
Logo minha mãe estava bem, dizendo que ela nem chegou a ser picada - atacou da asma e desmaiou. 

Mais tarde eu encontrei uns amigos e saímos do colégio. Não chovia mais. Nos penduramos na grade que separava o lixão da escola e a entrada dela. Alguém jogou uma pedra e saiu uma ratazana gigante - mais especificamente, um black hooded - era um macho e estava todo eriçado. Desci do portão e fui dar carinho. Ele mordeu a minha perna.