sábado, 15 de maio de 2010

Dentes

Twit This!
Acho que o pior tipo de sonho é o clássico "dentes caindo". Além de dar uma sensação horrível, tem aquele mito de significar morte. Não acredito nisso, acho que sonhos são manifestações do inconsciente, mas em todo o caso eu tenho sonhado praticamente todos os dias com meus dentes caindo e pior: geralmente os sonhos são sequenciais.

Então vamos por partes:
O primeiro sonho foi com os meus dentes dos fundos caindo. Caiu só um no início do sonho e depois cairam mais alguns do lado esquerdo, uns dois.
No segundo, cairam todos do lado esquerdo até uns dois antes do canino. 
No terceiro, caiu alguns do lado direito. No quarto, cairam alguns da frente (os caninos e os incisivos) e no quinto cairam os outros. Dai no sexto sonho eu coloquei dente de ferro (!). 
Hoje foi o sétimo sonho, meu canino de ferro perdeu uma metade e eu lembro de estar num quartinho com várias pessoas. Na verdade, o quarto era de um bom tamanho e estava limpo, mas era mal iluminado e possuía várias beliches. Ai eu fiquei brincando com a metade que sobrou, até ela cair também. Eu entrei em parafuso no sonho, porque não sabia como fazer pra conseguir outra dentadura de ferro. 

Triste.


Mata e Cérebros

Twit This!
Há muito tempo atrás, eu tive um dos meus primeiros sonhos bizarros. Eu estava em casa e o quarto todo era uma selva com árvores, flores, pássaros e passarinhos, trepadeiras, lagartos... O chão era coberto de uma grama fina que falhava em certas partes. Num certo ponto havia um lobo muito bonito, peludão e enorme.

Na sala estavam meus avós (já falecidos naquela época), meu pai e um cara com um sobretudo. Lembro desse homem dizer que a minha mãe estava dormindo e que precisariam do cérebro dela (?). Logo, ela não acordaria mais.
Não lembro de como eu reagi porque realmente faz tempo, mas no final eu estava na sacada e vi um cérebro rosa e outro roxo (que naquele momento brilhavam) saindo pela janela fechada do quarto dos meus pais, que é ao lado da sacada, indo em direção a uma estrela. Sim, os ETs roubaram o cérebro da minha mãe e provavelmente o desse senhor também.

Duas de mim

Twit This!
Acho que se olhar no espelho e ver outra pessoa é a pior sensação que se pode ter. E passar por isso, mesmo em sonho, foi horrível. Então, gente, não finjam ser algo pra agradar os outros, não vale à pena. Vocês não vão agradar os outros e nem a si mesmos.

No sonho em questão eu era ruiva e tinha dois corpos (pois é!), não tenho definição melhor do que essa.
A "transformação" ocorria da seguinte forma: em um banheiro, era só levantar uma parede caida (era uma casa abandonada, se não me engano, mas em bom estado). Não doía nem nada, mas era estranho.
No início eu era uma gorda, de óculos, feia, cabelo pixaim e curto. No momento seguinte eu era magra, esbelta e não precisava de óculos; o cabelo era liso e comprido, na altura da cintura.
Ninguém sabia desse meu "poder", mesmo sendo necessário que alguém levantasse e abaixasse a parede do banheiro. Devia ser uma parede mágica, algo assim.
Em todo o caso, era algo que eu já me aproveitava há algum tempo no sonho.

Tinha um cara. Sempre tem um cara - ou melhor, o cara. Ultimamente tenho sonhado com ele e ele é meu amante em todos os sonhos, não necessariamente fazendo coisas que um amante faz.
Enfim, eu sai do banheiro e lembro de me retirar da casa. Não sei o que aconteceu em boa parte do sonho, mas em seguida eu lembro de estar na minha casa.
A casa era enorme, tinha uns cinco andares, parecia aquelas casas muito antigas da burguesia, branca com as sacadas num tom de amarelo tão claro que quase parecia bege. A grama era bem cortada, bem verde, muito baixa e o ar era bem fresco. Estava nublado, mas não estava frio. Também não estava quente, mas lembro de estar de vestido. Um vestido muito bonito por sinal, vermelho e simples até o joelho.
No centro tinha uns canteiros que foram plantados de forma que, podados bem baixos e "cheios" formavam um círculo. Tinha gente lá e fui ver o que estava acontecendo.
Havia uma loira muito bonita e o homem dos meus sonhos - literalmente - também estava lá. Quando cheguei sei que tinha algo a ver com espíritos e a menina estava com um graveto longo e liso. Eu me meti e comentei algo sobre prender os espíritos maus, sabendo que era errado. Não faço idéia de porque eu disse isso.
No chão eu fiz uma carinha :( bem pequena, no que a loira me corrigiu:
- Não! Tem que prender os espíritos bons, ai eles expulsam os maus. E fez uma carinha :) bem grande no chão. A gorda surgiu no meio disso, dos canteiros (a gorda, que era eu, mas eu estava ali, como a magra bonita) e eu lembro de fugir.

Já dentro da casa, havia um espelho muito grande, dividido em três partes sendo a do meio maior. Eu estava de lado para uma das partes menores, na ponta. Recordo do cara conversar sobre o que aconteceu com um senhor. Eu me distrai e quando olhei pro espelho, lá estava a gorda, mau humorada, me encarando. 

Passado um tempo, cortei o cabelo e fui pro banheiro. Não sabia o que pensar. Aliás, eu só pensava que não sabia mais que eu era. Crise de identidade? Não sei. 
Meu cabelo cortado ondulou a ponto de ficar com cachos, na altura dos ombros. Eu andava de um lado para o outro quando o cara entrou banheiro adentro e eu torci pra ele não me reconhecer (como se um corte de cabelo pudesse isso tudo). Não sei se ele percebeu, mas ele saiu e eu fui pro quarto. 
E lá estava ele :D
Nós conversamos um pouco, não lembro sobre o quê. Sei que me senti melhor, mas ele - pelo menos parecia - estava meio preocupado. Nos beijamos e eu acordei.


FishBallCat

Twit This!
FishBallCat-FishBallCat-FishBallCat-FishBallCat-FishBallCat-FishBallCat-FishBallCat
Diga bem rápido repetidas vezes e em voz alta :D

Brincadeiras à parte, eu lembro de estar no shopping Praia de Belas, que fica aqui perto de casa. Ele não tinha entrada e o interior dele era diferente, mas era o PDB. Anyway, eu encontrei a S. que foi amiga da minha mãe há muitos anos atrás (elas brigaram e não são mais amigas, óbvio), nós conversamos e então encontramos uma outra amiga da minha mãe (que ainda é amiga) e mãe do meu ex-melhor-amigo (grande coisa), ela estava com ele e a irmã dele. E então passamos por uma barraquinha (se é que dá pra chamar disso) com alguns aquários.

Me apaixonei pelo aquário digital. Dava pra ver TV nele, tinha relógio, despertador e até calendário. Vinha até com controle remoto, olha que coisa chique!
Eu pesquisei e (pelo menos na primeira página do Google) eu não achei nada sobre isso, mas é uma tecnologia bem possível, só não sei como os peixes reagiriam a um monte de pixels piscantes refletidos na água.
Em todo o caso, era absurdamente caro. Nisso virei pro menor aquário que tinha, bem na frente do balcão do atendente (diga-se de passagem, era grandinho - o aquário, não o atendente) e vi um peixe-gato (ou seria gato-peixe?). Ele era laranja, peludo, listrado, tinha rabo de gato e era uma bolinha perfeita, do tamanho de uma moeda de um real.
Tinha duas patinhas, as dianteiras e eram bem curtas. Lembro que eu quis ele na hora, mas não tinha dinheiro.
A decisão foi simples: "vou passar em casa pra pegar dinheiro e já volto!"

Vim pra casa, peguei dinheiro e na hora de voltar não achei a entrada do shopping. Dei a volta e fui parar em um aterro que tinha atrás dele e que não deveria existir.
Fui até o final e quando vi que não tinha mesmo nenhuma entrada, voltei.

O aterro tinha dois montes de terra com entulhos, como dunas gigantes. Deviam ter, chuto eu, uns 2m de altura. E no meio, um caminho de terra batida, estreito.

Conforme eu ia caminhando, fui ouvindo um barulho muito alto. Do meu lado esquerdo vinha um aviãozinho, daqueles de manobras, super velozes e não tão pequenos assim. Era amarelo.
Além de quase ter sido atropelada, ainda achei que ele não ia conseguir voar e estava acelerando pra colidir contra a parede que havia, passando a duna. O avião voou e eu adorei a visão.
Voltei a caminhar, bem feliz, quando mais uma vez passa um desses - também amarelo - quase me acertando de raspão. Ele demorou mais pra voar que o outro, e eu realmente acreditei que ele não iria conseguir, mas conseguiu.


Pikachus

Twit This!
Eu estava no colégio.
Foi um sonho simples, curto, direto.


Bateu pra hora do recreio e eu lembro que eu virei pra um colega meu e disse que queria beijar ele (não nessas palavras, logicamente). Ele concordou, mas foi fazer nãoseioquê e pra eu matar o tempo peguei meu Pikachu e fui batalhar com outro Pikachu, de uma outra menina.

O interessante é que nós "comandávamos" os pokémons por celulares com tecnologia touch, como se fosse um Nintendo DS, mas era um celular e o pokémon não "vivia" apenas no jogo. Foi legal.

Só pra esclarecer, os pokémons eram tão reais quanto cães e gatos.